domingo, 22 de fevereiro de 2009

Um ser fragil, pequeno, selvagem, nasce!
Esse ser que lhe arrancaram a inocencia em criança,
Esse ser persiste em perdoar aquilo que nao esquece,
E hoje ele vive amando, e lutando pela sua esperança!


Aquilo que ele hoje é agradece ao sofrimento que passou,
Agradece sim, pois, foi com ele que ele se ultrapassou,
Desejava ter nascido noutro lugar,noutro dilema,
mas assim teve k nascer e crescer pelo que perdoou!


Hoje ve quem perdoou e ainda assim sente pena,
Pena por o destino o ter deixado neste estado acabado,
Medo porque ainda assim nao deixa de ser alguem importante,
Silencio por nao saber como lhe tocar no coração antes que.....


Que surpresas mais o destino me trará?
Conseguirei eu ultrapaxar este silencio desejoso de gritar,
ou deixarei este silencio cair fundo do poço junto de mim?
a estas resposta o futuro dirá ou entao me deixarei guiar.


A morte assusta-me quando a imagino,
nao desejo tal sofrimento, nem a ti,
minhas lagrimas derramadas que assim sirvam pa te limpar,
Porque cruel destino e aquele por quem magoou um ser inocente,
e que ainda assim te ama inocentemente...

2 comentários:

João disse...

Tá Lindo



A vida está perpetuada nestas linhas


......

Anónimo disse...

linda fiquei emocionada com este poema...
simplesmente...esta magnifico!
ass marta